17.5.11


Um banho de chuva e deixo meu corpo molhar
Acho meu guarda-chuvas e nem me protejo
Devem ser as mãos daquelas manhãs
De braços estendidos para plantar flores
Regadas pelo entorpecer da sede
Que a chuva deixa dormir até passar
As mães das águas que não tomo

8.5.11


Os Pássaros ficaram presos na sombra no meu quarto 
e João Pequenino se perdeu cantando a vontade de voar