17.5.11


Um banho de chuva e deixo meu corpo molhar
Acho meu guarda-chuvas e nem me protejo
Devem ser as mãos daquelas manhãs
De braços estendidos para plantar flores
Regadas pelo entorpecer da sede
Que a chuva deixa dormir até passar
As mães das águas que não tomo

No comments:

Post a Comment