E talvez pela certeza do não
Possível ou permitido ou não
Certeza do querer acreditar
Na fluidez concreta que atravessa
A beleza da arte e da poesia
Transforma satisfação em vida
Que valsa ao me entregar
No meu sonhar permitido
Por ninguém mais do que eu
E você que veria por alegria
Sucesso proporcional à vida
Que caberia no desdobrar da curva
Ou retorno ao que fosse calculado
Na fruição do certo racional
Esqueci ou estremeci por medo
Larguei possibilidades tão lindas
Que fechava por esquecimento
De ter aberto na crença de um dia
Que era eu mesma deixaria
Não lembrar do caminho planejado

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